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A evolução do intervalo do Super Bowl: uma linha do tempo de artistas icônicos de 1991-2007

O Super Bowl não é mais apenas um jogo de futebol. É um rolo compressor cultural. Com classificações que superam quase tudo na televisão, o programa do intervalo se tornou o Santo Graal das aparições da cultura pop. Artistas matam por esse espaço.

Por que? Porque visibilidade.

Olhando para trás, a jornada até aquele enorme estádio nem sempre foi simples. O início dos anos 90 foi uma fera completamente diferente. Não estamos falando de espetáculos teatrais de alto conceito com orçamentos de efeitos especiais que rivalizam com a NASA. Estamos falando de coleções no estilo de shows de variedades.

Veja como o show do intervalo evoluiu do final dos anos 80 até meados dos anos 2000. Uma linha do tempo de quem entrou em campo e quem mudou o jogo.

1991-1994: A era do programa de variedades

Super Bowl XXV (1991) deu início a esta era específica com New Kids on the Block. A boy band estava no auge de sua mania. Foi uma explosão limpa e familiar de chiclete.

Dois anos depois, o formato mudou ligeiramente. Super Bowl XXVI (1992) não foi apenas um show. Misturou música com patinação artística. Gloria Estefan trouxe o toque latino, mas dividiu o palco com os patinadores olímpicos Brian Boitano e Dorothy Hamill. Foi estranho. Foi memorável. Foi a televisão.

Então veio o monstro. Super Bowl XXVII (1993) contou com Michael Jackson.

Este foi o momento em que tudo mudou. Jackson não apenas se apresentou; ele ordenou. Ele trouxe 3.500 crianças locais para o campo para o segmento “Jam”. A enorme escala desse valor de produção estabeleceu um novo padrão. Você não poderia ignorar isso.

Super Bowl XXVIII (1994) voltou ao country. Clint Black, Tanya Tucker, Travis Tritt e The Judds nos deram uma enorme vitrine de música country. Provou que o show do intervalo não precisava ser pop para chamar a atenção.

1995-1999: Lendas e Diversidade Lírica

Super Bowl XXIX (1995) parecia uma turnê de grandes sucessos. Tony Bennett e Patti LaBelle trouxeram soul e jazz. Arturo Sandoval acrescentou o toque da trombeta. Miami Sound Machine manteve a energia alta. Foi uma celebração da diversidade musical americana.

No Super Bowl XXX (1996), os holofotes brilharam sobre Diana Ross. A Rainha da Motown provou que atos legados ainda tinham o poder de unir um estádio.

O ano de 1997 (Super Bowl XXXI ) tentou um ângulo diferente. Combinava comédia e rock. Dan Aykroyd, John Goodman e Jim Belushi apareceram antes que os verdadeiros músicos assumissem o controle. James Brown trouxe o funk e ZZ Top adicionou o toque de blues-rock. Foi caótico.

Super Bowl XXXII (1998) inclinou-se fortemente para o renascimento do R&B e da Motown. Boyz II Men e Smokey Robinson trabalharam com Martha Reeves e The Temptations. Queen Latifah apresentou, preenchendo a lacuna entre a velha escola

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