A primeira lua cheia de 2026, apelidada de “Lua do Lobo”, atingiu seu pico no sábado, 3 de janeiro, e foi capturada em imagens de tirar o fôlego por fotógrafos de todo o mundo. O evento deste ano foi particularmente notável porque coincidiu com uma superlua, tornando o espetáculo lunar ainda mais brilhante e maior no céu.
Origens do Nome
O nome “Wolf Moon” tem raízes profundas nas tradições nativas americanas e anglo-saxônicas. Historicamente, a lua cheia de janeiro estava associada ao aumento da atividade dos lobos; a fome do inverno levou esses predadores a uivar com mais frequência perto de assentamentos humanos. O nome reflete esta antiga conexão entre os ciclos lunares e os comportamentos naturais.
Por que esta lua foi especial?
Esta lua cheia em particular era uma superlua, o que significa que parecia mais próxima da Terra em sua órbita. Esta proximidade tornou-a significativamente mais brilhante e maior do que uma lua cheia média. De acordo com os observadores do céu, outra superlua desta magnitude não será visível novamente até novembro, tornando o evento de janeiro uma oportunidade única de observação.
Fotógrafos de todo o Hemisfério Norte aproveitaram o momento, compartilhando imagens impressionantes do corpo celeste. As fotos mostram o brilho da lua contra as paisagens de inverno, destacando seu impacto visual.
A Wolf Moon deste ano foi uma rara combinação de significado cultural e visibilidade astronômica. As superluas são sempre uma visão impressionante, mas o seu timing em relação às tradições históricas acrescenta outra camada de significado.
O evento serve como um lembrete do fascínio de longa data da humanidade pela Lua, unindo crenças antigas com fenómenos astronómicos modernos. A aparência da Lua do Lobo ressalta a beleza e a previsibilidade dos eventos celestes, proporcionando um momento de admiração no auge do inverno.




















